22/01/2024 às 09h02
Redação
Campo Grande / MS
Nomes estratégicos para que o governo Lula consiga emplacar a desejada reoneração da folha de pagamentos, que penaliza 17 setores que mais empregam no Brasil, foram ouvidos pelao colunista Cláudio Humberto e garantem que a sanha arrecadatória do ministro Fernando Haddad (Fazenda), não corre o risco de prosperar na Câmara ou no Senado.
“Não há o que se rediscutir sobre desoneração”, afirmou o senador Efraim Filho (União-PB), autor do texto que prorroga o benefício até 2027.
“Não foi um resultado apertado”, lembra Efraim ao sacar o largo placar que derrubou o veto de Lula no Senado: 60 a 13.
Para o senador, o debate possível no Congresso, com diálogo e votos, é um projeto de lei sobre medidas compensatórias.
A MP foi mal-recebida no Congresso e deve ser revogada pelo Planalto.
“O governo estava arrogante”, afirma Joaquim Passarinho (PL-PA).
Passarinho, que é presidente da Frente do Empreendedorismo, diz que, além de manter a desoneração, quer “até ampliar” os beneficiados.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 9 horas
Careca do INSS apresenta nova versão sobre suposta ameaça de morteHá 9 horas
Terceiro “assassinato” de Henry BorelHá 9 horas
Mega-Sena acumula e prêmio deve chegar a R$ 16 miHá 10 horas
Novo aciona STF para destravar ação contra Davi AlcolumbreHá 14 horas
Agenda: Sessões solenes e curso aos servidores estão previstos