24/01/2024 às 08h27 - atualizada em 24/01/2024 às 08h43
Redação
Campo Grande / MS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, selou voto de silêncio sobre as negociações com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sobre a medida provisória que quer punir os setores que mais empregam no país com a taxação da folha de pagamento.
O “plano b” em análise pela equipe econômica é uma reoneração escalonada com prazo maior do que o defendido publicamente por Haddad, 2027, fala-se em 2029.
O ministro insiste que, ainda que suavize a reoneração com o prazo maior, a cobrança precisa começar imediatamente.
Mesmo com a chance de flexibilizar o prazo da oneração, os sinais que Haddad recebeu de Pacheco e de Lira foram pela rejeição do tema.
O ministro foi informado que Câmara e Senado até topam discutir uma forma de compensação, mas a volta da tributação não passa.
Alternativa posta à mesa por Pacheco é taxação de compras até US$50. Aprovada, a medida pode injetar quase R$3 bilhões no cofre federal.
FONTE: Cláudio Humberto
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