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25/01/2024 às 08h24

Redação

Campo Grande / MS

Damares aponta perseguição na ação contra Jordy
Senadora concedeu entrevista ao podcast do "Diário do Poder"
Damares aponta perseguição na ação contra Jordy
Foto Arquivo

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) comentou sobre a ação da Polícia Federal (PF) em fazer uma busca e apreensão no gabinete do Líder de Oposição,Carlos Jordy (PL-RJ) e afirma que a invasão era para tomar posse do celular de Jordy, em entrevista para o Podcast do Diário do Poder, na terça-feira (23). 


Segunda a senadora, a PF foi em busca do telefone do deputado para ter acesso às conversas estratégicas de atuação da oposição. “O telefone de Jordy vale milhões para o governo. É de fato uma perseguição à oposição”, afirma. 


Damares relembra quando o senador Marcos do Val (Podemos-ES) foi alvo de uma operação da Polícia Federal em junho do ano passado e teve computadores, pen drives e o telefone celular levados pelos agentes. A senadora diz que a oposição tem um grupo de mensagem para tratar de estratégias e quando pegaram o telefone de Marcos do Val se sentiu exposta.


“Pegando o telefone do Carlos Jordy toda a oposição está exposta. Então é uma perseguição e o que aconteceu com o Jordy foi ruim.” destaca a senadora e ainda afirma que “Estão usando o poder judiciário para perseguir a oposição”. Damares diz que a oposição terá que se preocupar cada vez mais com isso e a gente vai ter que dar um freio ou a gente vai ter que chamar todos os poderes e dizer: Para! já deu e vamos zerar tudo e recomeçar”.


A senadora acredita que se continuar com essa perseguição, quem estará perdendo e muito será o Brasil. “Quem vai perder muito é a população porque com essas brigas coisas sérias estão ficando para trás. Nós estamos em 2024 que é o ano em que nós vamos escrever o Plano Nacional da Educação e está tudo muito tenso. E agora vamos voltar dia 05 e vamos ficar quanto tempo brigando por causa do telefone do Carlos Jordy?”.


Damares ressalta que é um “tempo e energias perdidas”, visto que há um período curto, para decidir o Plano Nacional de Educação para o país e logo após as eleições municipais se iniciam. “Vamos ter um semestre para fazer a entrega do Plano de Educação para o país e a gente fica brigando e cada vez mais há tensão e quem está perdendo lá na ponta é o povo”.

FONTE: Danyelle Silva

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