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Brasil

08/02/2024 às 09h34

Redação

Campo Grande / MS

Ex-comandante da Marinha sugere que ação da PF foi política
O ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos é um dos alvos da Operação Tempus Veritatis
Ex-comandante da Marinha sugere que ação da PF foi política
Foto Divulgação

O ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos, um dos alvos da Operação Tempus Veritatis, se manifestou há pouco sobre a ação da PF por meio de uma lista de transmissão de WhatsApp.


Ele teve seu telefone apreendido por volta das 6h15. O almirante Garnier Santos pediu à sua esposa, Selma Foligne Crespio de Pinho, que transmitisse a manifestação do militar a colegas das Forças Armadas na manhã desta quinta-feira. O militar conversou com Selma por telefone instantes após ter sido alvo do mandado de busca e apreensão da PF.


Na mensagem, o almirante Garnier pede “orações” e sugere que a ação da PF tenha caráter político.


“Prezados amigos, participo que face a situação política de nosso país, fui acordado em minha casa hoje, as 6h15m da manhã, pela Polícia Federal. Estando acompanhado apenas do Espírito Santo, em virtude de viagem da minha esposa. Levaram meu telefone e papéis de projetos que venho buscando atuar na iniciativa privada”, disse o militar.


“Peço a todos que orem pelo Brasil e por mim. Continuamos juntos na fé, buscando sempre fazer o que é certo, em nome de Jesus”, acrescentou.


Além dele também foram alvos o general Augusto Heleno – ex-GSI e o general Valter Braga Netto.

FONTE: Wilson Lima

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