25/04/2024 às 08h00
Redação
Campo Grande / MS
O Planalto escanteou Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e apelou a parlamentares ligados aos governadores Cláudio Castro (Rio de Janeiro) e Romeu Zema (Minas Gerais) para barrar penduricalho de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que turbina salários de juízes.
Consultoria do Senado aponta que o penduricalho impacta em R$82 bilhões (em três anos) e sangra contas estaduais.
Fora da agenda, na terça (22), Arthur Lira (PP-PI) esteve com Rui Costa (Casa Civil) negociando vetos.
O próprio Pacheco, aspirante ao governo de Minas, foi alertado que, eleito governador, teria que administrar a bomba que armou.
Estados e municípios devem amargar fatura na casa dos R$20 bilhões para sustentar marajás caso a proposta de Pacheco seja aprovada.
Para mitigar derrota nos vetos, o Planalto escalou Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), José Guimarães (PT-CE) e Jaques Wagner (PT-BA).
O governo articula para que o rombo com as emendas parlamentares fique abaixo dos R$4 bilhões, meta impensável com Padilha negociando.
FONTE: Cláudio Humberto
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