07/07/2024 às 00h26
Redação
Campo Grande / MS
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, deve ter mais tempo do que o previsto em lei para decidir se apresenta ou não denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso do desvio das joias sauditas.
O ex-chefe do Executivo mais 11 foram indiciados pela Polícia Federal, que apontou crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
O recesso no Poder Judiciário, que terminará em 31 de julho, dará mais tempo para que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, analise o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso das joias sauditas.
O prazo legal de 15 dias será estendido até o começo de agosto, pois as atividades estarão suspensas.
Gonet decidirá se apresenta ou não denúncia contra Bolsonaro e outras 11 pessoas que também foram indiciadas pela PF. A corporação protocolou o relatório sobre o caso e o encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O relator, ministro Alexandre de Moraes, deve abrir vista do caso para a manifestação da Procuradoria-Geral da República.
Gonet está de férias e tem retorno a Brasília previsto para a semana que vem. As informações são do R7. Ao analisar o caso, o chefe do Ministério Público Federal pode pedir diligências complementares à PF ou arquivar o caso.
FONTE: Leiliane Lopes
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