10/12/2024 às 09h52
Redação
Campo Grande / MS
A decisão do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados (Comsefaz) de elevar de 17% para 20% a alíquota de ICMS para o Programa Remessa Conforme continua gerando discussões. A medida representa um aumento na chamada “taxa das blusinhas”, a taxação de produtos vendidos por sites estrangeiros.
Dessa vez, a Shein se pronunciou sobre o caso. A empresa chinesa destacou que as pessoas de classes sociais mais baixas serão as mais afetadas pelo aumento, dificultando o acesso deste público a produtos mais baratos.
“Taxa das blusinhas” vai ficar mais salgada
Em comunicado, a Shein afirmou que a população brasileira já paga a maior carga tributária do mundo em compras realizadas em plataformas estrangeiras. Além disso, destacou que o novo aumento vai contra as necessidades do público.
Segundo a empresa, as pessoas de classes de renda mais baixa (C, D e E) representam aproximadamente 88% dos compradores da sua plataforma. No total, isso representa cerca de 44 milhões dos 50 milhões de consumidores da companhia no Brasil.
A chinesa finalizou dizendo que tem compromisso com o desenvolvimento econômico do país e entende a necessidade do controle econômico dos governos estaduais. No entanto, classificou o aumento da taxação como injusta.
Nova taxação ainda não entrou em vigor
FONTE: Alessandro Di Lorenzo
Há 14 horas
Junho Vermelho mobiliza doadores e leva Hemosul Móvel para municípiosHá 14 horas
Quem era Niño Guerrero, morto em operação anunciada por TrumpHá 14 horas
TCE solicita informações à Prefeitura e Câmara de Campo Grande sobre manutenção dos limites de despesa com pessoalHá 14 horas
Ampliar saneamento no Brasil é meta de ReinaldoHá 14 horas
Brasil fura teto com a maior inflação em 5 anos para o mês de maio