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Saúde

06/01/2025 às 09h50

Redação

Campo Grande / MS

MS fecha 2024 com 16.229 casos de dengue confirmados
No ano 32 pessoas morreram devido a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypt
MS fecha 2024 com 16.229 casos de dengue confirmados
Foto Arquivo

Mato Grosso do Sul terminou o ano de 2024 com 16.229 casos de dengue confirmados. É o que aponta o boletim epidemiológico publicado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) na sexta-feira (3) referente a 52º semana do ano. Segundo o levantamento, nos último sete dias de 2024, foram registrados 22 novos casos.


Este é o número mais baixo desde 2022, quando foram confirmados 21.328 casos. Em 2023 o número de casos confirmados em Mato Grosso do Sul chegou a 41.046. Com a diminuição dos casos, o Estado registrou queda na incidência da doença que passou de 1.489 a cada 100 mil habitantes em 2023, para 588,7 em 2024.


O ano terminou com 32 mortes causadas pela doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e outras 17 estão sendo investigadas. O que significa que a letalidade da doença aumentou, passando de 0,10% em 2023, quando foi registrada 43 mortes, para 0,20% em 2024.


A última morte de 2024 foi de uma mulher, de 38 anos, que morava em Japorã, cidade a quilômetros de Campo Grande, no dia 5 de dezembro. De acordo com o documento, as mortes se concentraram nos municípios da região do Conesul do Estado.


Ponta Porã foi a cidade com o maior número de mortes, totalizando 5, seguida por Dourados e Amambai, com 4 e 3 mortes registradas.


Mapa de Mato Grosso do Sul com as cidades com registro de morte por dengue em destaque (Foto: SES)


Campo Grande registrou apenas uma morte. Na região leste as mortes foram registradas em Três Lagoas, Aparecida do Taboado e Chapadão do Sul.


O levantamento ainda aponta que 121.368 doses do imunizante já foram aplicadas para idade permitida na população. Ao todo, Mato Grosso do Sul já recebeu do Ministério da Saúde 207.796 doses da vacina contra a dengue. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre as doses.

FONTE: Fernanda Palheta

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