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Economia

20/01/2025 às 10h49

Redação

Campo Grande / MS

Piora percepção sobre situação financeira durante governo
Lula Levantamento do Paraná Pesquisas indica que sentimento de que a situação piorou subiu ao longo de 2024; preços no supermercado aumentaram na avaliação de 65,7%
Piora percepção sobre situação financeira durante governo
Foto Arquivo

Os membros do governo Lula propagandeiam números sobre o crescimento da economia brasileira e a baixa taxa de desemprego, mas a população não parece estar satisfeita com a situação econômica do país.


Levantamento do instituto Paraná Pesquisas indica que piorou ao longo de 2024 a “percepção quanto a situação financeira com o Presidente Lula no Governo”.


Em julho do ano passado, 26,8% consideravam que a situação melhorou. Agora, são 23,9%, três pontos percentuais a menos. Já a percepção sobre piora subiu de 25,5% para 33,2% no mesmo período.


Preços


A pesquisa ouviu 2.018 eleitores em 164 municípios de 7 a 10 de janeiro, e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.


Segundo os dados do levantamento, também piorou a “percepção quanto ao preço dos produtos no supermercado depois que o Presidente Lula voltou a Governar o Brasil”.


Em janeiro de 2024, eram 48,4% os que consideravam que os preços aumentaram. Agora, são 65,7%. Por outro lado, a proporção daqueles que perceberam os preços diminuindo caiu 16 pontos percentuais, de 27,1% para 11,6%.




Imagem: Paraná Pesquisas

Inflação


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,52% em dezembro e fechou o ano com alta acumulada de 4,83%, acima do teto da meta de inflação, que é de 4,5%.


Os dados de inflação mostram que o preço da carne bovina disparou 20,84% em 2024, a maior elevação desde 2019. Isso depois de Lula ser eleito, em 2022, com um discurso de proporcionar picanha para os brasileiros.


Ao elevar a taxa básica de juros em suas últimas reuniões, o Comitê de Política Monetária (Copom) alertou o governo Lula para a necessidade de “uma política fiscal crível, embasada em regras previsíveis e transparência em seus resultados” para a “ancoragem das expectativas de inflação”.


Apesar do alerta, o governo não conseguiu sinalizar para “uma política fiscal crível” nem com a aprovação, pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (foto), de um pacote de corte de gastos, que foi considerado insuficiente pelos agentes econômicos

FONTE: O Antagonista

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