26/01/2025 às 09h07
Redação
Campo Grande / MS
O crime organizado, o tráfico de drogas, a corrupção e a incompetência generalizadas começam a dominar, com tranquilidade, sem oposição eficaz, os poderes da República. A incompetência é sistematicamente eleita ou nomeada para os cargos de gerencia da nação. Para as eleições de 2026 não existem lideranças nacionais reconhecidas, competentes e honestas, para se eleitas, liderarem o nosso país.
O povo desconhece a trágica realidade que nos abraça e o dramático futuro que nos aguarda.
Não é normal o povo intervir diretamente no processo decisório de uma nação. Raramente isso acontece e quando acontece as mudanças que provocam são radicais. É raro desconhecer os partidos políticos como intermediários das necessárias mudanças políticas. No entanto, no Brasil atual, os partidos se transformaram em balcões de negócio para distribuir verbas dos Fundos Partidário e Eleitoral, entre os protegidos dos dirigentes políticos.
É imprescindível agir imediatamente para salvar o Brasil do caos. A sociedade civil, desorganizada, precisa se organizar, espontaneamente, para descobrir as novas lideranças políticas enclausuradas nos bairros, nos condomínios, nas Universidades, nas Igrejas, nos sindicatos, e pressionar a mídia a noticiar a rebelião democrática que se faz necessária. Estamos vivendo uma “guerra” não declarada, onde o futuro do Brasil está sendo decidido. Talvez seja a última oportunidade de salvar a nossa pátria, retirando, democraticamente, o poder político das mãos deste grupo que está esfacelando o Brasil há décadas, substituindo-os por pessoas dignas.
Na Democracia só existe um caminho para substituir dirigentes ou os representantes do povo: a eleição de candidatos honestos, competentes e patriotas.
A maioria do povo, organizada, precisa arregimentar, em o todo o país, os melhores cidadãos e cidadãs como candidatos que, eleitos, votarão leis apropriadas. Só assim mudaremos o Brasil.
É preciso coragem, disciplina, determinação e persistência para enfrentar os mecanismos de dominação da atual classe dirigente.
O Congresso Nacional, as Câmaras Estaduais, a Presidência da República e a governança dos Estados precisam ser povoados por uma maioria de pessoas dignas e patriotas.
Eurico de Andrade Neves Borba, 84, aposentado, ex professor da PUC RIO, ex Presidente do IBGE, é do Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade, mora em Ana Rech, Caxias do Sul. [email protected]
FONTE: Eurico Borba
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