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24/03/2025 às 09h36

Redação

Campo Grande / MS

Na Lava Jato, era corrupção que dava prisão de 14 anos e não protesto com batom
O ex-deputado petista André Vargas (PR) pegou em 2015 pena de prisão de 14 anos e quatro meses por lavagem de dinheiro e corrupção passiva
Na Lava Jato, era corrupção que dava prisão de 14 anos e não protesto com batom
Foto Arquivo

Caso emblemático de primeiro político condenado no âmbito da Lava Jato, o ex-deputado petista André Vargas (PR) pegou em 2015 pena de prisão de 14 anos e quatro meses por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.


No regime atual, 14 anos é o que pretende Alexandre de Moraes na condenação da cabeleireira Débora Santos, mãe de duas crianças pequenas, presa há dois anos por ter reproduzido com “perigoso” batom, na estátua da Justiça, a expressão “Perdeu, Mané” de Luís Roberto Barroso.


O ressentimento do ministro Joaquim Barbosa, alvo do deboche de André Vargas, lembra a fúria de Moraes na atualidade.


Moraes incluiu também 100 dias-multa, o equivalente a quase quatro meses de penas. Custo: um terço do salário-mínimo/dia ou R$50 mil.


André Vargas foi solto em 2018, após cumprir três anos e meio, e o STF, claro, já sem Barbosa, anularia as condenações do ex-deputado em 2023.


O STF entendeu que o então ex-deputado pelo Paraná não deveria ter sido julgado em Curitiba (PR) por fatos consumados no Distrito Federal.

FONTE: Cláudio Humberto

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