09/04/2025 às 07h55
Redação
Campo Grande / MS
Os tiros do ”novo cangaço” na linda Guaxupé (MG), diz a oposição, tiveram significado de “salve” à PEC da Segurança de Lula, que Ricardo Lewandowski (Justiça) levaria logo depois ao presidente da Câmara, Hugo Motta.
A proposta foi recebida com desconfiança: além de defender “desencarceramento em massa”, o ministro impôs audiências de custódia ao País, via resolução do Conselho Nacional de Justiça, criando “portas giratórias” nas delegacia que soltam até bandidos presos em flagrante. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
As “portas giratórias” fizeram surgir o Brasil a prisão rotineira de bandidos que colecionam inúmeras, até dezenas, de “passagens” pela polícia.
Para lacradores como os autores da PEC, o problema de segurança não é a impunidade, a culpa é de quem protege a sociedade: os policiais.
Hugo Motta ao menos teve a sensatez de advertir que o Brasil é paciente com câncer grave (crime) que não pode ser tratado com remédios leves.
FONTE: Diário do Poder
Há 13 minutos
Quem era Niño Guerrero, morto em operação anunciada por TrumpHá 21 minutos
TCE solicita informações à Prefeitura e Câmara de Campo Grande sobre manutenção dos limites de despesa com pessoalHá 25 minutos
Ampliar saneamento no Brasil é meta de ReinaldoHá 32 minutos
Brasil fura teto com a maior inflação em 5 anos para o mês de maioHá 47 minutos
O mundo não respeita o STF?