18/02/2026 às 09h58 - atualizada em 18/02/2026 às 10h01
Redação
Campo Grande / MS
O Banco Central do Brasil decretou, nesta quarta-feira (18), a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A., bem como do regime especial à Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.A., do conglomerado prudencial Pleno. A decisão atinge as instituições financeiras controladas por Augusto Ferreira Lima, ex-sócio e ex-CEO do Banco Master, que foi liquidado em novembro do ano passado, por fraudes de R$ 12,2 bilhões que levaram o banqueiro Daniel Vorcaro à prisão.
A liquidação extrajudicial foi justificada como resultante do comprometimento da situação econômico-financeira do Pleno, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil.
“O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos administradores da instituição objeto da liquidação decretada”, detalhou o comunicado do Banco Central.
A liquidação atinge, como destaca o BC, um conglomerado de porte pequeno e enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Pleno. “O conglomerado detém 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN)”, informou o órgão regulador dos bancos no Brasil.
FONTE: Davi Soares
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