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Campo grande

23/02/2026 às 11h38

Redação

Campo Grande / MS

MS registra segunda menor taxa de desocupação do Brasil no último trimestre de 2025
O levantamento aponta que o nível de ocupação ficou em 62,4%, sendo a 9ª maior taxa do Brasil, com aumento de 0,6 p.p. em relação ao trimestre anterior
MS registra segunda menor taxa de desocupação do Brasil no último trimestre de 2025
Foto Álvaro Rezende

Mato Grosso do Sul registrou taxa de desocupação de 2,4%, no último trimestre de 2025. O índice é o menor da série histórica do Estado e a 2ª menor taxa do país. Os dados foram elaborados pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação). O levantamento aponta que o nível de ocupação ficou em 62,4%, sendo a 9ª maior taxa do Brasil, com aumento de 0,6 p.p. em relação ao trimestre anterior. 



O rendimento médio mensal real ficou em R$ 3.581, sendo o 9º maior do país, com avanço de 2,8% frente ao trimestre anterior. Já a taxa de informalidade ficou em 30,8%, considerada a 6ª menor do Brasil, com queda de 0,3 p.p. no trimestre. Se comparado ao trimestre anterior (3º trimestre de 2025 - R$ 3.482,00), o rendimento médio cresceu 2,84%, representando uma incremento de R$ 99,00 na renda do trabalho principal. Comparando com o mesmo período do ano passado, a renda era de R$ 3.514, o que indica um incremento de 1,9% e ganho de R$ 67,00.


Na avaliação da ocupação por setores, houve aumento de ocupação no comércio: 2,8%; informação, comunicação e atividades financeiras: 1,1%; administração pública: 0,5% e outros serviços com alta de 4,8%. A redução da ocupação, por sua vez, foi registrada em setores como: agricultura: -3,5%; indústria geral: -4,4%; construção: -3,2%; transporte: -4,0% e serviços domésticos de -3,8%.


Na avaliação do titular da Semadesc, Jaime Verruck, o mercado de trabalho de Mato Grosso do Sul apresentou um desempenho positivo ante o trimestre anterior. "Tivemos queda na taxa de informalidade, do percentual de desalentados, assim como aumento da taxa de contribuidores da previdência", destacou.  (Confira a publicação)

FONTE: Rosana Siqueira

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