26/02/2026 às 08h40
Redação
Campo Grande / MS
Circula a fantasia ingênua de que o ministro do STF André Mendonça restringiu a delegados, agentes e peritos da Polícia Federal o acesso à investigação do caso Banco Master, vetando compartilhamentos com os superiores, para supostamente abrir caminho à “blindagem” de colegas. Servidores experientes do STF acham que o ministro agiu certo:
“Se não fizesse isso, o chefe da investigação não seria o relator e sim Lula (PT), por meio do diretor da PF”, diz um deles, há mais de 20 anos na Corte.
Ingênuos devem achar possível um magistrado reunir policiais, sem risco de ser denunciado, e ordenar: “Vamos blindar estas pessoas aqui”.
Além de preservar sua autoridade, Mendonça impede que o caso sirva para vingança pessoal, como sugere o rancor de Lula por Dias Toffoli.
O relatório sobre o ex-relator foi entregue por ordem de Lula a Edson Fachin, presidente do STF. E o portador não foi o delegado do caso.
A PF pediu suspeição de Toffoli sem submeter a alegação (e o relatório) ao crivo da PGR.
Mas passou pelo crivo de Lula.
FONTE: Cláudio Humberto
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