23/03/2026 às 08h57
Redação
Campo Grande / MS
Juristas têm destacado a solução do ministro do STF André Mendonça para concretizar a delação de Daniel Vorcaro, unindo pela primeira vez a Polícia Federal e o ministério público, por meio da Procuradoria-Geral da República (PGR), no mesmo acordo de colaboração.
Além de evitar eventuais questionamentos que poderiam levar a nulidades, segundo esses juristas, a medida “prende o rabo” da própria PGR, cujo titular Paulo Gonet foi criticado por não haver endossado a prisão de Vorcaro.
Na ocasião, Gonet não considerou haver motivos robustos, tampouco urgência, para se manifestar pela prisão no prazo de 72 horas.
O prazo fixado por Mendonça foi motivado pelo flagrante em que Vorcaro tramava com amigos agressões a um jornalista e uma ex-empregada.
Clube do uísque
Pegou mal, na ocasião, a notícia da presença de Gonet na degustação de R$3,3 milhões no “clube de uísque”, em Londres, paga por Vorcaro.
FONTE: Cláudio Humberto
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