03/04/2026 às 09h18
Redação
Campo Grande / MS
Não é nova a atitude do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), dificultando a indicação do militante petista Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
É a repetição quase literal do que fez no governo Jair Bolsonaro.
Entre julho e novembro de 2021, ocupando a mesma posição, ele segurou por quatro meses a sabatina de André Mendonça, indicado para o STF, e engavetou mais de três dezenas para cargos que exigem sabatina em comissão e aprovação do plenário.
A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Alcolumbre conta a lorota de que a demora seria “rotina regimental”, mas Bolsonaro o acusava de “tortura” e “chá de cadeira”.
Com Lula, o roteiro de Alcolumbre se repete: pressão por outro nome e uso da prerrogativa de pautar matérias como instrumento de barganha.
O que era denunciado como obstrucionismo bolsonarista vira, quatro anos depois, “estratégia legítima” de um Alcolumbre aliado ao centrão.
FONTE: Diario do Poder
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