26/05/2025 às 09h42 - atualizada em 26/05/2025 às 09h47
Redação
Campo Grande / MS
Servidores do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, do Ministério Público de Contas (MPC), dos gabinetes dos conselheiros, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e da Controladoria-Geral da União (CGU) participaram, nesta segunda-feira, 26 de maio, da “Oficina Usinas Asfálticas: Estrutura, Controle Tecnológico e Condicionantes Ambientais”, realizada pela Divisão de Fiscalização de Engenharia, Arquitetura e Meio Ambiente do TCE-MS.
Ministrada pelos assessores técnicos Claudeny Simone Alves Santana, Gabriel Araújo Silva Marques e Maria Emília Schio Rondora, a capacitação teve como objetivo aprofundar o conhecimento dos servidores sobre a estrutura e a operação das usinas asfálticas, visando à realização de levantamentos e auditorias de conformidade mais eficazes e qualificadas.
A oficina abordou conceitos básicos sobre usinas asfálticas, os diferentes tipos de operação, ensaios laboratoriais necessários ao controle tecnológico da produção e as condicionantes ambientais que impactam diretamente o funcionamento sustentável dessas estruturas.
De acordo com a assessora técnica Claudeny Simone Alves Santana, a capacitação foi dividida em três partes fundamentais: “Primeiro trabalhamos o funcionamento da usina asfáltica em si; em seguida, o controle tecnológico necessário para garantir a qualidade da massa asfáltica produzida; e, por fim, discutimos as condicionantes ambientais relacionadas ao bom funcionamento e à sustentabilidade das usinas”, explicou.
A iniciativa integra o Plano Anual de Fiscalização do TCE-MS e busca promover a uniformização do conhecimento técnico dos auditores e servidores envolvidos nas auditorias de obras rodoviárias, especialmente no que se refere à produção e à qualidade das misturas asfálticas utilizadas nas pavimentações executadas em Mato Grosso do Sul.
Claudeny ressaltou, ainda, que as auditorias realizadas com base nesse conhecimento técnico geram impactos diretos na economicidade das obras públicas. “O que é mais relevante são dois critérios principais na auditoria: o primeiro, a quantidade de massa asfáltica utilizada nas obras rodoviárias; e o segundo, a qualidade da execução do serviço. Esses fatores são determinantes para assegurar que os recursos públicos sejam aplicados com eficiência e qualidade”, destacou.
FONTE: Silvia Constantino
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