13/05/2026 às 12h33
Redação
Campo Grande / MS
“Vai acontecer já já um aumento de preço da gasolina”, disse nesta terça, 12, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard (foto). A frase revela que, a despeito dos desejos do governo, a margem para adiamentos se esgotou. Diante da alta internacional do petróleo e da defasagem crescente entre os preços internos e externos, segurar o reajuste da gasolina passou a ser financeira e politicamente inviável para a estatal.
O Planalto esperava que a aprovação do PLP 114/2026 — projeto que permite usar receitas extraordinárias do petróleo para aliviar preços dos combustíveis — ocorresse antes do aumento nos postos. Embora importe derivados, a Petrobras exporta petróleo bruto, o que tem gerado receita extra para o Tesouro. Mas a tramitação do projeto travou e o reajuste pode ocorrer mesmo sem a sua aprovação.
“Vai acontecer já já um aumento de preço da gasolina”, disse nesta terça, 12, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard (foto). A frase revela que, a despeito dos desejos do governo, a margem para adiamentos se esgotou. Diante da alta internacional do petróleo e da defasagem crescente entre os preços internos e externos, segurar o reajuste da gasolina passou a ser financeira e politicamente inviável para a estatal.
O Planalto esperava que a aprovação do PLP 114/2026 — projeto que permite usar receitas extraordinárias do petróleo para aliviar preços dos combustíveis — ocorresse antes do aumento nos postos. Embora importe derivados, a Petrobras exporta petróleo bruto, o que tem gerado receita extra para o Tesouro. Mas a tramitação do projeto travou e o reajuste pode ocorrer mesmo sem a sua aprovação.
FONTE: Carlos Graieb
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